Pular para o conteúdo principal
Ramplifica

Espelho da Qualidade· em teste

O que o seu serviço público já oferece, e o que fazer primeiro

Um autodiagnóstico do serviço público digital pelos Padrões de Qualidade da Secretaria de Governo Digital, com uma dimensão de inclusão. No fim, você vê o nível de maturidade, a matriz do que o serviço já tem e um plano de ação com o que fazer primeiro.

Fazer o autodiagnóstico

Por que se olhar no espelho

Os padrões de qualidade dizem como deve ser um serviço público digital. O autodiagnóstico ajuda a equipe a ver onde o serviço está e a transformar a distância em plano de ação.

No diagnóstico dos 80 serviços prioritários do governo federal, nenhum ficou sem erros críticos de acessibilidade, os testes eram quase sempre automáticos e as capacitações deixavam de fora gestores e conteudistas.

Da Costa Nunes, Pacheco, Souza e Monteiro (IHC 2025)

Oito dimensões, cinco atributos em cada

As sete primeiras são os Padrões de Qualidade oficiais. A oitava, de inclusão, é uma proposta do Ramplifica e pode ser desligada.

  • Dimensão 1

    Facilidade

    A pessoa consegue usar o serviço pelo canal digital, com um login só, sem informar o que o governo já sabe.

    5 atributos

  • Dimensão 2

    Comunicação

    O serviço diz o que precisa, conduz o preenchimento e avisa a pessoa do que acontece com o pedido.

    5 atributos

  • Dimensão 3

    Atendimento

    A pessoa entende as informações e encontra ajuda, inclusive de outra pessoa, quando precisa.

    5 atributos

  • Dimensão 4

    Experiência Unificada

    O serviço está onde a pessoa procura, com uma jornada só, a aparência do gov.br e a mesma informação em todos os canais.

    5 atributos

  • Dimensão 5

    Acessibilidade

    Pessoas com deficiência conseguem usar o serviço com autonomia.

    5 atributos

  • Dimensão 6

    Privacidade e Segurança

    Os dados da pessoa são pedidos só quando necessários, protegidos e tratados com transparência.

    5 atributos

  • Dimensão 7

    Escuta Ativa

    O serviço ouve quem usa, testa com as pessoas e melhora a partir do que ouviu.

    5 atributos

  • Proposta do Ramplifica

    Inclusão

    O que o diagnóstico dos serviços prioritários mostrou faltar: equipe preparada, responsabilidade clara, canal para barreiras e testes com pessoas com deficiência.

    5 atributos

O que fazer primeiro

Para cada atributo que falta, três perguntas: há recursos? Há apoio da gestão? Quanto importa para quem usa? Recursos e apoio formam a viabilidade; a resposta cruza viabilidade com relevância.

Como a prioridade é decidida

Viável e relevante

Fazer já

Há recursos e apoio, e é relevante para quem usa o serviço.

Viável e pouco relevante agora

Pode esperar

Há como fazer, mas é pouco relevante para quem usa agora.

Pouco viável e relevante

Buscar apoio

É relevante para quem usa, mas faltam recursos ou apoio da gestão.

Pouco viável e pouco relevante agora

Repensar

Faltam recursos ou apoio e é pouco relevante agora: reveja quando o cenário mudar.

“Não sei” também é uma resposta: descobrir entra no plano. E, se puder, diga como você sabe que algo está implementado, com um link, um print ou a nota de um validador.

O que você recebe

  • O Nível de Maturidade Digital, pela regra da Secretaria de Governo Digital: com os 5 atributos de maturidade, nível A ou B; com 4, C; com 3, D; com 0 a 2, E.
  • A matriz com a situação de cada atributo, que dá para baixar como imagem.
  • O plano de ação, na ordem de prioridade, com como fazer, quem pode ajudar e por que fazer, com a base legal de cada atributo.
  • Um arquivo para abrir de novo daqui a seis meses e comparar.
Fazer o autodiagnóstico

De onde vem

As sete dimensões e os 35 atributos são os Padrões de Qualidade da Secretaria de Governo Digital (abre em nova aba), revistos na Portaria SGD/MGI nº 1.083, de 14 de fevereiro de 2025. O nível segue a regra pública do Nível de Maturidade Digital (abre em nova aba).

A dimensão de inclusão e os textos de apoio são do Ramplifica, a partir do diagnóstico da acessibilidade dos serviços prioritários feito com a Lei de Acesso à Informação (Da Costa Nunes, Pacheco, Souza e Monteiro (IHC 2025)).

Esta é uma ferramenta independente: não é o autodiagnóstico oficial da Secretaria de Governo Digital e não substitui as avaliações do governo.