Mapa da Conversa
Desenhe a conversa antes de desenhar as telas
O Mapa da Conversa desenha a interação como uma conversa entre quem usa e o sistema: os assuntos, o que cada lado diz e o que acontece quando a conversa quebra. Funciona inteiro no seu navegador.
Desenhar a conversaPor que desenhar a conversa
As telas mostram o que aparece, mas não o caminho. Desenhar a conversa antes deixa a equipe discutir o serviço inteiro, inclusive os desvios, sem gastar tempo com o visual.
Ver o serviço como diálogo
Cada cena é um assunto da conversa, e cada fala leva de uma cena a outra. Fica claro o que a pessoa precisa dizer e o que o sistema responde.
Planejar a conversa que quebra
Erros, desistências e mal-entendidos entram no desenho desde o começo, com as falas que trazem a conversa de volta.
Lembrar de quem fica de fora
Em cada cena, o Mapa pergunta quem pode ficar de fora e qual é o caminho alternativo, antes que o serviço exista.
Como funciona
5 etapas, todas prontas para usar.
Etapa 1
Contexto
Diga qual é o serviço, o que a pessoa quer fazer nele e quem usa.
Etapa 2
Cenas
Os assuntos da conversa entre quem usa e o sistema, e o que o sistema faz por dentro.
Etapa 3
Falas
O que a pessoa e o sistema dizem para ir de uma cena a outra, e como a conversa volta quando quebra.
Etapa 4
Quem fica de fora
Em cada cena, quem pode ficar de fora e qual é o caminho alternativo.
Etapa 5
Diagrama
O diagrama da conversa, com a descrição em texto e a versão em lista.
Seus dados ficam com você
O Mapa da Conversa não tem servidor nem cadastro. O desenho fica guardado no seu próprio navegador.
Isso também quer dizer que o desenho só existe naquele navegador, naquele computador. Para não perdê-lo, ou para passá-lo a outra pessoa da equipe, baixe o arquivo: ele abre de novo em qualquer navegador, com tudo o que você fez.
De onde vem o método
O Mapa da Conversa vem da Engenharia Semiótica, de Clarisse de Souza (The Semiotic Engineering of Human-Computer Interaction, 2005): uma interface é uma mensagem da equipe para quem usa, entregue numa conversa. Para desenhar essa conversa, ele usa a MoLIC, a linguagem de modelagem da interação de Simone Barbosa e Maíra Greco de Paula (2003), com as cenas, os processos do sistema e as falas.
O olhar de quem fica de fora é um acréscimo do Ramplifica. Para conferir o que um serviço que já existe comunica em cada ponto de contato, use o Mapa da Comunicação.